segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Lá se vão as luzes de Natal


Nunca fui muito afeita às sentimentalidades, ultimamente tenho me surpreendido pois algumas coisas têm tido efeitos em mim, elas andam revirando minha alma. Talvez seja o Natal, confesso que esta data me traz certa melancolia misturada com um quê de alegria.
Revirarei meus alfarrábios a fim de encontrar um texto que escrevi no alto dos meus 24 anos, intitulado "Lá se vão as luzes de Natal". Espero em breve postar. Aguardem!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

E vejo com olhos felizes o que me vier!

O texto abaixo, um amigo escreveu a uma mulher, achei tão profundo e belo, que resolvi publicar aqui no blog, como uma "primeira postagem".
Estas palavras me estimularam a escrever, agradeço a ele por ter me 'emprestado' uma declaração de amor tão linda.

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Divagando às 1H52

Venho tentando encontrar algum tipo de lógica ou explicação pra um amor que aparece assim tão rapidamentee toma conta da vida, toma conta dos minutos que não passam, toma conta da preocupação que não acaba.

Mas não existe explicação, pelo menos nenhuma que possa verbalizar um décimo do sentimento que maximiza tanto, um sentimento que me ensina, que me faz ver com olhos puros, sem barreiras e sem medos fincados a tomarem contado que possa vir a ser o meu futuro.

Eu me recuso. Recuso que o meu futuro seja dominado pelo medo do que já sofri, nem pela desconfiança do q posso perder. Ele tem que ser um vislumbre do meu coração que rejuvenesceu, um vislumbre de uma vida com uma mulher fantástica,um vislumbre de um futuro que vemos nos filmes, mas que nos aterroriza quando chega perto da gente.

Não vou ter medo. Vou ter amor e aquiescência, vou ter curiosidade e encantamento, vou ter paixão e frenesipor ter uma chance em um milhão...

Afinal o sofrimento faz parte da vida. Sabemos que ele sempre nos acompanha.

Mas este amor, esta felicidade recalcitrante, que invade meus olhos, que revigora meus sentidos, que transformao mediano em estupor e júbilo...:)

E carrego comigo a marca de que não me rendo ao ventos que tentam dominar minha vida, não me rendo ao amorque se acomoda e nos paralisa.

Não transformo o meu caminho em nenhuma senda de iluminação, não pleiteo nenhuma supremacia em minhas atitudes,nem desvalorizo a visão do outro, que sempre pode me ensinar.

Só aceito o que o destino tão surpreendentemente me ofertou. Faço de minhas atitudes assim uma deferênciaa esta sorte tão grande.

Aceito a dor e os desencontros, do mesmo jeito que aceito o deslumbramento e uma afinidade incrível,e por isso quase não crível, que arrebata e me sujeita a parecer apenas um espectador diante da mais bela obra que me toca o coração.

E VEJO COM OLHOS FELIZES O QUE ME VIER!